quinta-feira, 12 de junho de 2008
Inteligência
Inteligência PráticaEsta inteligência está ligada as destrezas ou habilidades para manipular instrumentos ou maquinas e para solucionar problemas contruindo objectos, como acontece nas pessoas conhecidas por engenhocas.Inteligência TeoricaÉ a capacidade para compreender e usar simbolos Verbais e matemáticos.Factor GÉ o factor geral de capacidade intelectualFactor EÉ o factor especifico de capacidade intelectualInteligência FluidaEsta inteligência diz respeito ás capacidades de raciocinio, de memória e de processamento de informação.Inteligência cristalizadaEsta inteligência é constituida pela informação, pelas comeptências e pelas estratégias que as pessoas aprederam através da experiência e que podem utilizar para resolver problemas."Estas teorias têm consequências sociais graves, inclusive no modo como definimos o papel da escola e da educação"Se, por razões consideradas hereditárias e não modificáveis, as crianças foram rotuladas de pouco inteligentes, isso justificaria colocoá-las á margem, em locias próprios para as crianças com necessidades educativas especiaias, dado que não se acredita na possibilidade de modificar a sua inteligência. Assim abre--se caominho á exclusão scial dos menos inteligentes não lhes permitindo a autonomia económica, etc.Inteligência MultiplasO que é o QI? Como se mede?Um quociente de inteligência é o resultado da divisão da idade mental da criança pea sua idade cronolgica multiplicada por 100.Como se relaciona a inteligência e o pensamento?Todos somos capazes de construir significados para as nossas experiências, resolvendo os problemas através do pensamento logicó-simbolico, através do pensar.No nosso quotidiano, "penar" é um termo muito lato por que tem, como aliás o termo inteligência, muitos significados.As 5 funções principais do pensamento.-Formar conceitos-Constuir as soluções-Tomar decisões-Elaborar um plano-Agir Como se relaciona a inteligência e a criatividade?Segundo o psicólogo Edward de Bono, existem vários processos de pensar, mas só alguns são criativos ou pró-activos. Para representar esta realidade, ele refere seis chapéus que representam estratégias diferentes de pensamento: o Vermelho, baseado na intuição, hipóteses e sentimentos; o branco, que parte da informação disponivel e necessária, consistindo em factos e dados; o verde, que funciona por dificuldades, riscos e fraquezas; o azul; representando o espirito de sintese; a organização do pensamento e focagem da atenção; e finalmente o amarelo que analisa e avalia os beneficios e dificuldades.
Inteligência PráticaEsta inteligência está ligada as destrezas ou habilidades para manipular instrumentos ou maquinas e para solucionar problemas contruindo objectos, como acontece nas pessoas conhecidas por engenhocas.Inteligência TeoricaÉ a capacidade para compreender e usar simbolos Verbais e matemáticos.Factor GÉ o factor geral de capacidade intelectualFactor EÉ o factor especifico de capacidade intelectualInteligência FluidaEsta inteligência diz respeito ás capacidades de raciocinio, de memória e de processamento de informação.Inteligência cristalizadaEsta inteligência é constituida pela informação, pelas comeptências e pelas estratégias que as pessoas aprederam através da experiência e que podem utilizar para resolver problemas."Estas teorias têm consequências sociais graves, inclusive no modo como definimos o papel da escola e da educação"Se, por razões consideradas hereditárias e não modificáveis, as crianças foram rotuladas de pouco inteligentes, isso justificaria colocoá-las á margem, em locias próprios para as crianças com necessidades educativas especiaias, dado que não se acredita na possibilidade de modificar a sua inteligência. Assim abre--se caominho á exclusão scial dos menos inteligentes não lhes permitindo a autonomia económica, etc.Inteligência MultiplasO que é o QI? Como se mede?Um quociente de inteligência é o resultado da divisão da idade mental da criança pea sua idade cronolgica multiplicada por 100.Como se relaciona a inteligência e o pensamento?Todos somos capazes de construir significados para as nossas experiências, resolvendo os problemas através do pensamento logicó-simbolico, através do pensar.No nosso quotidiano, "penar" é um termo muito lato por que tem, como aliás o termo inteligência, muitos significados.As 5 funções principais do pensamento.-Formar conceitos-Constuir as soluções-Tomar decisões-Elaborar um plano-Agir Como se relaciona a inteligência e a criatividade?Segundo o psicólogo Edward de Bono, existem vários processos de pensar, mas só alguns são criativos ou pró-activos. Para representar esta realidade, ele refere seis chapéus que representam estratégias diferentes de pensamento: o Vermelho, baseado na intuição, hipóteses e sentimentos; o branco, que parte da informação disponivel e necessária, consistindo em factos e dados; o verde, que funciona por dificuldades, riscos e fraquezas; o azul; representando o espirito de sintese; a organização do pensamento e focagem da atenção; e finalmente o amarelo que analisa e avalia os beneficios e dificuldades.
Mas, afinal, porque é que nos emocionamos?
Mas, afinal, porque é que nos emocionamos?Primeira Hipotese:Se somos capazes de nos emocionarmos e porque as emoções permitem-nos adaptar ao meio natural e nos permitem sobreviver, elas têm-se vindo a desenvolver conforme a evolução das especies e funcionam como orgãos mentais que serão transmitidas através hereditariedadeSegunda Hipotese:Nesta hipotese o facto que se defende é que o ser humano emociona-se conforme as reacções do corpo, ou seja, o corpo primeiro treme e depois sentimos o medo ou então primeiro choramos só depois sentimos a tristeza. " A experiência consciente da emoção resulta da percepção da estimulação visceral desencadeada involuntariamente pelo sistema nervoso autónomo"Terceira Hipotese:Esta hipotese é muito antiga e de orgiem filosofica e defende que as emoções são desencadeadas em função das caracteristicas cognitivas de cada ser. Por exemplo, se eu mandar mensagem a uma amiga e ela não responder posso pensar que ela não pode responder porque está ocupada ou, por outro lado, posso pensar que ela quer ignorar a minha mensagem e logo não quer responder. Estes dois pensamentos podem desencadear emoções muito diferentes como raiva ou frustração ou relaxado em relação ao facto de ela não ter respondido.Quarta Hipotese:Segundo Stanley Schachter e Singer nós nos emocionamos consoante a estimulação autónoma do corpo e a maneira como avaliamos cognitivamente a situação, ou seja , vamos imaginar, se tivessemos num campeonato do mundo e fossemos escolhidos para marcar uma grande penalidade que resolveria a partida, visto que poderiamos marcar ou falhar, haveria um acelaramento do batimento cardiaco, podia ser um sinal de medo (medo de falhar) ou de ansiedade. "Perante a alteração fisiologica propria dos estados emocionais, procuramos uma explicação na situação".Quinta Hipotese:Nesta Hipotese o facto em questão é que os seres Humanos emocionam-se conforme a sociedade onde cada um está inserido e em que foram educados. Assim as emoções variam de local para local e de continente para continente, as emoções, conforme os paises variam tanto como a própria lingua. conforme a sociedade aonde fomos criados reagimos a diferentes actos com diferentes emoções.
Mas, afinal, porque é que nos emocionamos?Primeira Hipotese:Se somos capazes de nos emocionarmos e porque as emoções permitem-nos adaptar ao meio natural e nos permitem sobreviver, elas têm-se vindo a desenvolver conforme a evolução das especies e funcionam como orgãos mentais que serão transmitidas através hereditariedadeSegunda Hipotese:Nesta hipotese o facto que se defende é que o ser humano emociona-se conforme as reacções do corpo, ou seja, o corpo primeiro treme e depois sentimos o medo ou então primeiro choramos só depois sentimos a tristeza. " A experiência consciente da emoção resulta da percepção da estimulação visceral desencadeada involuntariamente pelo sistema nervoso autónomo"Terceira Hipotese:Esta hipotese é muito antiga e de orgiem filosofica e defende que as emoções são desencadeadas em função das caracteristicas cognitivas de cada ser. Por exemplo, se eu mandar mensagem a uma amiga e ela não responder posso pensar que ela não pode responder porque está ocupada ou, por outro lado, posso pensar que ela quer ignorar a minha mensagem e logo não quer responder. Estes dois pensamentos podem desencadear emoções muito diferentes como raiva ou frustração ou relaxado em relação ao facto de ela não ter respondido.Quarta Hipotese:Segundo Stanley Schachter e Singer nós nos emocionamos consoante a estimulação autónoma do corpo e a maneira como avaliamos cognitivamente a situação, ou seja , vamos imaginar, se tivessemos num campeonato do mundo e fossemos escolhidos para marcar uma grande penalidade que resolveria a partida, visto que poderiamos marcar ou falhar, haveria um acelaramento do batimento cardiaco, podia ser um sinal de medo (medo de falhar) ou de ansiedade. "Perante a alteração fisiologica propria dos estados emocionais, procuramos uma explicação na situação".Quinta Hipotese:Nesta Hipotese o facto em questão é que os seres Humanos emocionam-se conforme a sociedade onde cada um está inserido e em que foram educados. Assim as emoções variam de local para local e de continente para continente, as emoções, conforme os paises variam tanto como a própria lingua. conforme a sociedade aonde fomos criados reagimos a diferentes actos com diferentes emoções.
Ficha de trabalho
O senso comum diz que o homem tem 5 sentidos. O que é que diz a ciência a este respeito?
Os cientistas catalogaram onze sentidos, humanos bastante distintos; a visão, a audição, o paladar e o olfacto estão entre os mais conhecidos, mas há ainda o sentido de equilíbrio (vestibular) e o sentido do movimento (cinestésico). O que antigamente se chamava tacto revelou-se como um composto de cinco sistemas dérmicos (da pele) separados: o contacto físico, a pressão profunda, o calor, o frio e a dor.
Explica as seguintes frases:
1-...a interpretação da informação é feita através de estratégias de organização como, por exemplo: constância, figura/fundo e agrupamento. (penúltimo parágrafo da pág. 78).
2- Quando percepcionamos algo, não somos seres passivos, mas somos sujeitos activos. (último parágrafo da pág. 79)
1- No caso da visão a interpretação da informação é feita através de estratégias de organização como, por exemplo: constância, figura/fundo e agrupamentos. Estas estratégias fazem parte da estrutura cognitiva do sujeito e permitem-nos explicar como organizamos a percepção.
2- Não só seleccionamos a informação, como a trabalhamos, organizando-a e interpretando-a segundo estratégias inerentes ás nossas estruturas perceptivas.
Que factores influenciam a percepção?
Os factores que influenciam a percepção são de ordem subjectiva quando dizem respeito ao sujeito, ás suas estruturas biológicas e psicológicas; são de ordem objectiva quando dizem respeito as próprias características do objecto, ás suas características físicas e ao contexto em que este se insere; são de ordem sociocultural, quando são factores provenientes da sociedade.
O que entendes por auto-imagem?
Pode ser definida como um conjunto de crenças que cada um possui acerca de si próprio, do seu comportamento e das suas qualidades singulares.
"Como se constrói a auto-imagem?" Que comentários te apraz fazer relativamente à tua experiência pessoal?
Auto-estima – auto-estima inclui a avaliação subjectiva que uma pessoa faz de si mesma como sendo intrinsecamente positiva ou negativa em algum grau
Percepção – percepção é a função cerebral que atribui significado a estímulos sensoriais, a partir de histórico de vivências passadas. Através da percepção um indivíduo organiza e interpreta as suas impressões sensoriais para atribuir significado ao seu meio. Consiste na aquisição, interpretação, selecção e organização das informações obtidas pelos sentidos. A percepção pode ser estudada do ponto de vista estritamente biológico ou fisiológico, envolvendo estímulos eléctricos evocados pelos estímulos nos órgãos dos sentidos. Do ponto de vista psicológico ou cognitivo, a percepção envolve também os processos mentais, a memória e outros aspectos que podem influenciar na interpretação dos dados percebidos.
Sentidos – os sentidos são os meios através dos quais os seres vivos percebem e reconhecem outros organismos e as características do meio ambiente em que se encontram.
Sensação – a sensação é o impacto de um corpo exterior ao corpo de um animal no corpo do animal. Sensação é reacção física do corpo ao mundo físico, sendo regida pelas leis da física, química, biologia, etc. que resulta na activação das áreas primárias do córtex do cérebro.
O senso comum diz que o homem tem 5 sentidos. O que é que diz a ciência a este respeito?
Os cientistas catalogaram onze sentidos, humanos bastante distintos; a visão, a audição, o paladar e o olfacto estão entre os mais conhecidos, mas há ainda o sentido de equilíbrio (vestibular) e o sentido do movimento (cinestésico). O que antigamente se chamava tacto revelou-se como um composto de cinco sistemas dérmicos (da pele) separados: o contacto físico, a pressão profunda, o calor, o frio e a dor.
Explica as seguintes frases:
1-...a interpretação da informação é feita através de estratégias de organização como, por exemplo: constância, figura/fundo e agrupamento. (penúltimo parágrafo da pág. 78).
2- Quando percepcionamos algo, não somos seres passivos, mas somos sujeitos activos. (último parágrafo da pág. 79)
1- No caso da visão a interpretação da informação é feita através de estratégias de organização como, por exemplo: constância, figura/fundo e agrupamentos. Estas estratégias fazem parte da estrutura cognitiva do sujeito e permitem-nos explicar como organizamos a percepção.
2- Não só seleccionamos a informação, como a trabalhamos, organizando-a e interpretando-a segundo estratégias inerentes ás nossas estruturas perceptivas.
Que factores influenciam a percepção?
Os factores que influenciam a percepção são de ordem subjectiva quando dizem respeito ao sujeito, ás suas estruturas biológicas e psicológicas; são de ordem objectiva quando dizem respeito as próprias características do objecto, ás suas características físicas e ao contexto em que este se insere; são de ordem sociocultural, quando são factores provenientes da sociedade.
O que entendes por auto-imagem?
Pode ser definida como um conjunto de crenças que cada um possui acerca de si próprio, do seu comportamento e das suas qualidades singulares.
"Como se constrói a auto-imagem?" Que comentários te apraz fazer relativamente à tua experiência pessoal?
Auto-estima – auto-estima inclui a avaliação subjectiva que uma pessoa faz de si mesma como sendo intrinsecamente positiva ou negativa em algum grau
Percepção – percepção é a função cerebral que atribui significado a estímulos sensoriais, a partir de histórico de vivências passadas. Através da percepção um indivíduo organiza e interpreta as suas impressões sensoriais para atribuir significado ao seu meio. Consiste na aquisição, interpretação, selecção e organização das informações obtidas pelos sentidos. A percepção pode ser estudada do ponto de vista estritamente biológico ou fisiológico, envolvendo estímulos eléctricos evocados pelos estímulos nos órgãos dos sentidos. Do ponto de vista psicológico ou cognitivo, a percepção envolve também os processos mentais, a memória e outros aspectos que podem influenciar na interpretação dos dados percebidos.
Sentidos – os sentidos são os meios através dos quais os seres vivos percebem e reconhecem outros organismos e as características do meio ambiente em que se encontram.
Sensação – a sensação é o impacto de um corpo exterior ao corpo de um animal no corpo do animal. Sensação é reacção física do corpo ao mundo físico, sendo regida pelas leis da física, química, biologia, etc. que resulta na activação das áreas primárias do córtex do cérebro.
Ficha de Trabalho
Porque é que o esquecimento não é um fenómeno negativo, um buraco na memória ?Esquecimento e alteração, ilusões de memória represetam operações construtivas. O esquecimento não é inverso da memória. Freud chamou a atenção para uma vontade de esquecer, repressão mental de uma lembrança penosa contrária à ordem presente.Evocação e esquecimento são nossos. Têm significação positiva. A finalidade do esquecimento é a própria finalidade da memóriaCertos acontecimentos traumaticos são "esqeucidos" para sempre. Porquê?Segundo Freud, esquecemos porque certos acontecimentos são demasiado desagradaveis ou traumaticos para que os possamos recordar. Então o ego recalca esses acontecimentos, conservando-os no incosciente e impossibilitando a sua actualização.Com seria a vida de uma pessoa incapaz de esquecer?Se um sujeito no conseguisse esquecer, a funcionalidade da sua memória ficava comprometida, porque não haveria selecção da informação importante.Além disso, a capacidade da sua memória seria menor porque não era libertado espaço para dados.Diferentes tipos de memória quanto á duração:Memória a curto prazoMemória a longo prazoFormas de codificação:Codificação por EstruturaçãoCodificação por ContextualizaçãoMemória: Declarativa e procedimentalMemória Declarativa - armazena no cerebro nomes, datas, factos, sitios e acontecimentos passados incluindo as experiencias pessoais ou autobiograficasMemória Procedimental - retém competencias motoras por repetição ou por condicionamento
Porque é que o esquecimento não é um fenómeno negativo, um buraco na memória ?Esquecimento e alteração, ilusões de memória represetam operações construtivas. O esquecimento não é inverso da memória. Freud chamou a atenção para uma vontade de esquecer, repressão mental de uma lembrança penosa contrária à ordem presente.Evocação e esquecimento são nossos. Têm significação positiva. A finalidade do esquecimento é a própria finalidade da memóriaCertos acontecimentos traumaticos são "esqeucidos" para sempre. Porquê?Segundo Freud, esquecemos porque certos acontecimentos são demasiado desagradaveis ou traumaticos para que os possamos recordar. Então o ego recalca esses acontecimentos, conservando-os no incosciente e impossibilitando a sua actualização.Com seria a vida de uma pessoa incapaz de esquecer?Se um sujeito no conseguisse esquecer, a funcionalidade da sua memória ficava comprometida, porque não haveria selecção da informação importante.Além disso, a capacidade da sua memória seria menor porque não era libertado espaço para dados.Diferentes tipos de memória quanto á duração:Memória a curto prazoMemória a longo prazoFormas de codificação:Codificação por EstruturaçãoCodificação por ContextualizaçãoMemória: Declarativa e procedimentalMemória Declarativa - armazena no cerebro nomes, datas, factos, sitios e acontecimentos passados incluindo as experiencias pessoais ou autobiograficasMemória Procedimental - retém competencias motoras por repetição ou por condicionamento
quinta-feira, 8 de maio de 2008
exercicios mentais
Aqui tens k encontrar a letra c... OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOCOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO depois de q encontrares a letra C.......... encontra o 6! 9999999999999999999999999999999999 9999999999999999999999999999999999 9999999999999999999999999999999999 9999999999999999999999999999999999 9999999999999999999999999999999999 9999999999999999999999999999999999 9999699999999999999999999999999999 9999999999999999999999999999999999 9999999999999999999999999999999999 9999999999999999999999999999999999 9999999999999999999999999999999999 9999999999999999999999999999999999 depois de encontrares o 6... encontra o N MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMNMMMMM MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMMM depois de encontrares o N... encontra la Q... OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOQOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO Pede um Desejo > >> >>> >>>> >>>>> >>>>>> >>>>>>> >>>>>>>> >>>>>>>>> >>>>>>>>>> >>>>>>>>>>> >>>>>>>>>>>> >>>>>>>>>>>>> >>>>>>>>>>>>>> >>>>>>>>>>>>>>> >>>>>>>>>>>>>>>> >>>>>>>>>>>>>>>>> >>>>>>>>>>>>>>>>>> >>>>>>>>>>>>>>>>>
Criatividade e Inteligência
A criatividade envolve a transformação de nossos talentos, conhecimentos e visão em uma nova realidade externa original e valiosa. É a habilidade de combinar elementos existentes, conceitos, técnicas, objetos e materiais, para gerar novas idéias e soluções para os desafios e problemas de nosso dia-a-dia. Por exemplo, Gutenberg combinou a prensa de uvas e os moldes de cunhar moedas para produzir sua impressora. Do esmagamento de uvas ele isolou e extraiu o conceito “prensa”; da cunhagem de moedas extraiu o conceito “gravação”; combinou-os e os transferiu para a impressão de livros.
Esta habilidade pode ser desenvolvida. Para tanto, devemos estar cientes de que ela resulta da combinação de vários fatores internos e externos ao indivíduo:
As características individuais como: Personalidade – a disposição para correr riscos; Temperamento – a capacidade de enfrentar críticas e incompreensão e persistir em seus planos; Motivação – o firme desejo de fazer algo diferente, ignorar a multidão e explorar novos caminhos, profundamente e sem restrições; Habilidades Mentais – os talentos e as inclinações naturais que definem nossas habilidades de produzir valor.
Harmonia entre seu trabalho e suas habilidades intelectuais: acerto na escolha de um campo de atividades que lhe ofereça a oportunidade de exercer plenamente seus talentos e inclinações.
Competência profissional: o domínio dos conhecimentos necessários ao pleno exercício de suas atividades. Contudo, não se deve ignorar que muitas soluções criativas são resultantes da combinação de conceitos e conhecimentos de diferentes campos de atividades. Escapar dos estreitos limites de sua especialização pode ampliar significativamente sua capacidade criativa.
Ambiente de trabalho que estimula a procura de novas idéias, valoriza as contribuições para criação de novos processos e produtos e combate todas as formas de bloqueios à criatividade.
O conhecimento do processo criativo: como funciona e quais as suas etapas, que obstáculos podem bloquear nossa mente e que técnicas podemos usar para superá-los.
Esta habilidade pode ser desenvolvida. Para tanto, devemos estar cientes de que ela resulta da combinação de vários fatores internos e externos ao indivíduo:
As características individuais como: Personalidade – a disposição para correr riscos; Temperamento – a capacidade de enfrentar críticas e incompreensão e persistir em seus planos; Motivação – o firme desejo de fazer algo diferente, ignorar a multidão e explorar novos caminhos, profundamente e sem restrições; Habilidades Mentais – os talentos e as inclinações naturais que definem nossas habilidades de produzir valor.
Harmonia entre seu trabalho e suas habilidades intelectuais: acerto na escolha de um campo de atividades que lhe ofereça a oportunidade de exercer plenamente seus talentos e inclinações.
Competência profissional: o domínio dos conhecimentos necessários ao pleno exercício de suas atividades. Contudo, não se deve ignorar que muitas soluções criativas são resultantes da combinação de conceitos e conhecimentos de diferentes campos de atividades. Escapar dos estreitos limites de sua especialização pode ampliar significativamente sua capacidade criativa.
Ambiente de trabalho que estimula a procura de novas idéias, valoriza as contribuições para criação de novos processos e produtos e combate todas as formas de bloqueios à criatividade.
O conhecimento do processo criativo: como funciona e quais as suas etapas, que obstáculos podem bloquear nossa mente e que técnicas podemos usar para superá-los.
pensamento
Pensamento é um processo mental que permite aos seres modelarem o mundo e com isso lidar com ele de uma forma efetiva e de acordo com suas metas, planos e desejos. O pensamento é considerado a expressão mais "palpável" do espírito humano, pois através de imagens e idéias revela justamente a vontade deste.
O pensamento é fundamental no processo de aprendizagem (vide Piaget). O pensamento é construto e construtivo do conhecimento.
O principal veículo do processo de conscientização é o pensamento. A atividade de pensar confere ao homem"asas"para mover-se no mundo e "raizes" para aprofundar-se na realidade. Etimologicamente,pensar significa avaliar o peso de alguma coisa.Em sentido amplo,podemos dizer que o pensamento tem como missão tornar-se avaliador da realidade. Segundo Descartes(1596-1650),filósofo de grande importância na história do pensamento,a essência do homem é pensar.Por isso dizia:"Sou uma coisa que pensa, isto é, que duvida, que afirma, que ignora muitas, que ama, que odeia, que quer e não quer, que também imagina e que sente". O pensamento faz a grandeza ou a pequenez do homem. A grandeza decorre do pensamento bem pensado, que a valia a multiplicação do real e se esforça para desvendá-lo atentamente, saboreando sua riqueza e diversidade. Tal pensamento aprendeu a filosofar: a desejar amorosamente a verdade, a amar a sabedoria. A pequenez humana decorre do pensamento obscuro, mesquinho que desconhece o sabor da busca do saber. Esse tipo de pensamento transforma-se em meio de ocultação da realidade. Por meio dele a atividade pensante, em vez de servir à liberdade pode transforma-se em instrumento de dominação social.
Latência
O pensamento pode ser caracterizado por exigir períodos de latência, nos quais as atividades internas são suspensas ou interrompidas. Portanto, ele é somatória de atividades incluídas na elaboração de estudos, de processos superiores da formação de conceitos, os chamados conceitos cognitivos, da solução de problemas, do planejamento, do raciocínio e da imaginação. O período de convergência do pensamento pode ser caracterizado no momento em que o indivíduo se vê frente a novas situações, cuja complexidade pode ser variável e para as quais não encontra esquemas de resposta pré-montados ou pré-estruturados pela aprendizagem e ainda, cuja resposta não é instintiva e sim, construída ou elaborada. Pode-se definir o pensamento como a faculdade de formular conceitos, para os quais a atividade psíquica elabora os fenômenos cognitivos, imaginativos e planificativos, cujo grau pode ser algo distinto tanto dos sentimentos como das vontades.
O pensamento é fundamental no processo de aprendizagem (vide Piaget). O pensamento é construto e construtivo do conhecimento.
O principal veículo do processo de conscientização é o pensamento. A atividade de pensar confere ao homem"asas"para mover-se no mundo e "raizes" para aprofundar-se na realidade. Etimologicamente,pensar significa avaliar o peso de alguma coisa.Em sentido amplo,podemos dizer que o pensamento tem como missão tornar-se avaliador da realidade. Segundo Descartes(1596-1650),filósofo de grande importância na história do pensamento,a essência do homem é pensar.Por isso dizia:"Sou uma coisa que pensa, isto é, que duvida, que afirma, que ignora muitas, que ama, que odeia, que quer e não quer, que também imagina e que sente". O pensamento faz a grandeza ou a pequenez do homem. A grandeza decorre do pensamento bem pensado, que a valia a multiplicação do real e se esforça para desvendá-lo atentamente, saboreando sua riqueza e diversidade. Tal pensamento aprendeu a filosofar: a desejar amorosamente a verdade, a amar a sabedoria. A pequenez humana decorre do pensamento obscuro, mesquinho que desconhece o sabor da busca do saber. Esse tipo de pensamento transforma-se em meio de ocultação da realidade. Por meio dele a atividade pensante, em vez de servir à liberdade pode transforma-se em instrumento de dominação social.
Latência
O pensamento pode ser caracterizado por exigir períodos de latência, nos quais as atividades internas são suspensas ou interrompidas. Portanto, ele é somatória de atividades incluídas na elaboração de estudos, de processos superiores da formação de conceitos, os chamados conceitos cognitivos, da solução de problemas, do planejamento, do raciocínio e da imaginação. O período de convergência do pensamento pode ser caracterizado no momento em que o indivíduo se vê frente a novas situações, cuja complexidade pode ser variável e para as quais não encontra esquemas de resposta pré-montados ou pré-estruturados pela aprendizagem e ainda, cuja resposta não é instintiva e sim, construída ou elaborada. Pode-se definir o pensamento como a faculdade de formular conceitos, para os quais a atividade psíquica elabora os fenômenos cognitivos, imaginativos e planificativos, cujo grau pode ser algo distinto tanto dos sentimentos como das vontades.
inteligência e pensamento
O principal objetivo deste trabalho é compreender, analisar e explicitar a
relação entre os jogos e o desenvolvimento da criança, sob diferentes
perspectivas. Além disso, procuramos refletir acerca da utilização de jogos no
processo de ensino-aprendizagem de conteúdos relacionados às diferentes
áreas do conhecimento humano e, em especial, no ensino da Educação Física
dado que este é um dos conteúdos específicos desta área. Defendemos a idéia
de que o trabalho com jogos deve possibilitar o desenvolvimento das
estruturas lógicas do pensamento dos alunos, ou seja, o desenvolvimento da
inteligência e a abertura de novas possibilidades do pensar sobre e por meio
desse conteúdo de ensino, concomitantemente, ao desenvolvimento dos
aspectos motores, afetivos e sociais das crianças. Acreditamos que o
procedimento de ensino, utilizado pelo professor, que possibilita ao aluno
alcançar os objetivos anteriormente descritos precisa basear-se na proposta de
situações problemas e conflitos cognitivos com o intuito de provocar
desequilíbrios nas estruturas mentais e a necessidade de novas equilibrações.
Desta forma, fundamentamos nossa análise a partir da Teoria Construtivista
postulada pela Epistemologia Genética de Jean Piaget. Diferentes tipos de
jogos, além de estarem constantemente presentes nos diferentes níveis de
ensino, mostram-se especialmente freqüentes durante as aulas designadas às
Séries Iniciais do Ensino Fundamental, período este destacado neste estudo.
Neste trabalho, consideramos os jogos a partir de três vertentes: 1) Jogos
enquanto atividades inerentes ao desenvolvimento espontâneo da criança; 2)
Os jogos enquanto instrumento de intervenção pedagógica e 3) Os jogos
enquanto conteúdos de ensino da Educação Física. Partimos de uma análise
histórica da condição da Educação Física como parte integrante do contexto
escolar, o que permite entendermos e sustentarmos a idéia de que essa área
de conhecimento tem como especificidade tratar dos temas da cultura corporal
de movimento, entre esses, os jogos. Assim, procuramos averiguar e,
posteriormente, apresentar a organização pedagógica da Educação Física no
contexto atual, primeira década do século XXI. Entendemos que essa
organização envolve discussões e reflexões sobre conteúdos de ensino,
determinação de objetivos durante o processo de aprendizagem e a
metodologia de ensino utilizada durante as aulas, metodologia esta
fundamentada em um referencial teórico condizente com os objetivos
almejados. Posteriormente, descrevemos algumas definições e conceitos sobre
jogos, brincadeiras e o lúdico: suas características, diferenças e semelhanças e
a relação destes elementos com a educação sob o ponto de vista cultural e
histórico. E, em seguida, elucidamos os aspectos da interdependência entre
desenvolvimento e aprendizagem sob o enfoque construtivista. Para que a
relação entre jogos e desenvolvimento seja compreendida, apresentamos essa
relação em momento a partir da análise e a classificação de Piaget sobre
jogos. Organizamos metodologicamente os jogos a fim de possibilitar a
ampliação da visão do professor sobre os diferentes objetivos que eles possam
estar vinculados durante as aulas. Essa organização se deu a partir da análise
das características, de seus objetivos e os aspectos ou domínios do
comportamento que possam estar envolvidos durante o processo de ensinoaprendizagem.
Finalmente, propomos uma metodologia de ensino baseada na
resolução de problemas como uma possibilidade que deve ser considerada
pelos professores durante o trabalho com jogos e, a título de exemplo
apresentamos uma aula de Educação Física baseada nos pressupostos aqui
defendidos.
relação entre os jogos e o desenvolvimento da criança, sob diferentes
perspectivas. Além disso, procuramos refletir acerca da utilização de jogos no
processo de ensino-aprendizagem de conteúdos relacionados às diferentes
áreas do conhecimento humano e, em especial, no ensino da Educação Física
dado que este é um dos conteúdos específicos desta área. Defendemos a idéia
de que o trabalho com jogos deve possibilitar o desenvolvimento das
estruturas lógicas do pensamento dos alunos, ou seja, o desenvolvimento da
inteligência e a abertura de novas possibilidades do pensar sobre e por meio
desse conteúdo de ensino, concomitantemente, ao desenvolvimento dos
aspectos motores, afetivos e sociais das crianças. Acreditamos que o
procedimento de ensino, utilizado pelo professor, que possibilita ao aluno
alcançar os objetivos anteriormente descritos precisa basear-se na proposta de
situações problemas e conflitos cognitivos com o intuito de provocar
desequilíbrios nas estruturas mentais e a necessidade de novas equilibrações.
Desta forma, fundamentamos nossa análise a partir da Teoria Construtivista
postulada pela Epistemologia Genética de Jean Piaget. Diferentes tipos de
jogos, além de estarem constantemente presentes nos diferentes níveis de
ensino, mostram-se especialmente freqüentes durante as aulas designadas às
Séries Iniciais do Ensino Fundamental, período este destacado neste estudo.
Neste trabalho, consideramos os jogos a partir de três vertentes: 1) Jogos
enquanto atividades inerentes ao desenvolvimento espontâneo da criança; 2)
Os jogos enquanto instrumento de intervenção pedagógica e 3) Os jogos
enquanto conteúdos de ensino da Educação Física. Partimos de uma análise
histórica da condição da Educação Física como parte integrante do contexto
escolar, o que permite entendermos e sustentarmos a idéia de que essa área
de conhecimento tem como especificidade tratar dos temas da cultura corporal
de movimento, entre esses, os jogos. Assim, procuramos averiguar e,
posteriormente, apresentar a organização pedagógica da Educação Física no
contexto atual, primeira década do século XXI. Entendemos que essa
organização envolve discussões e reflexões sobre conteúdos de ensino,
determinação de objetivos durante o processo de aprendizagem e a
metodologia de ensino utilizada durante as aulas, metodologia esta
fundamentada em um referencial teórico condizente com os objetivos
almejados. Posteriormente, descrevemos algumas definições e conceitos sobre
jogos, brincadeiras e o lúdico: suas características, diferenças e semelhanças e
a relação destes elementos com a educação sob o ponto de vista cultural e
histórico. E, em seguida, elucidamos os aspectos da interdependência entre
desenvolvimento e aprendizagem sob o enfoque construtivista. Para que a
relação entre jogos e desenvolvimento seja compreendida, apresentamos essa
relação em momento a partir da análise e a classificação de Piaget sobre
jogos. Organizamos metodologicamente os jogos a fim de possibilitar a
ampliação da visão do professor sobre os diferentes objetivos que eles possam
estar vinculados durante as aulas. Essa organização se deu a partir da análise
das características, de seus objetivos e os aspectos ou domínios do
comportamento que possam estar envolvidos durante o processo de ensinoaprendizagem.
Finalmente, propomos uma metodologia de ensino baseada na
resolução de problemas como uma possibilidade que deve ser considerada
pelos professores durante o trabalho com jogos e, a título de exemplo
apresentamos uma aula de Educação Física baseada nos pressupostos aqui
defendidos.
quociente da inteligencia
Quociente de inteligência (abreviado para QI, de uso geral) é uma medida derivada da divisão da idade mental pela idade cronológica, obtida por meio de testes desenvolvidos para avaliar as capacidades cognitivas (inteligência) de um sujeito, em comparação ao seu grupo etário.
História
Os testes de inteligência surgiram na China, no século V, e começaram a ser usados cientificamente na França, no século XX.
Em 1905, Alfred Binet e o seu colega Theodore Simon criaram a Escala de Binet-Simon, usada para identificar estudantes que pudessem precisar de ajuda extra na sua aprendizagem escolar. Os autores da escala assumiram que os baixos resultados nos testes indicavam uma necessidade para uma maior intervenção dos professores no ensino destes alunos e não necessariamente que estes tivessem inabilidade de aprendizagem (ver comentários sobre isso em "Observações"). Esta opinião ainda é defendida por alguns autores modernos que não são da área psicométrica. No seu artigo New Methods for the Diagnosis of the Intellectual Level of Subnormals Binet relata:
This scale properly speaking does not permit the measure of the intelligence, because intellectual qualities are not superposable, and therefore cannot be measured as linear surfaces are measured, but are on the contrary, a classification, a hierarchy among diverse intelligences; and for the necessities of practice this classification is equivalent to a measure.[1]
Em 1912, William Stern propôs o termo “QI” (quociente de inteligência) para representar o nível mental, e introduziu os termos "idade mental" e "idade cronológica". Stern propôs que o QI fosse determinado pela divisão da idade mental pela idade cronológica. Assim uma criança com idade cronológica de 10 anos e nível mental de 8 anos teria QI 0,8, porque 8 / 10 = 0,8.
Em 1916, Lewis Madison Terman propôs multiplicar o QI por 100, a fim de eliminar a parte decimal: QI = 100 x IM / IC, em que IM = idade mental e IC = idade cronológica. Com esta fórmula, a criança do exemplo acima teria QI 80.
A classificação proposta por Lewis Terman era a seguinte:
QI acima de 141: Genialidade
121 - 140: Inteligência muito acima da média
110 - 120: Inteligência acima da média
90 - 109: Inteligência normal (ou média)
80 - 89: Embotamento
70 - 79: Limítrofe
50 - 69: Cretino
Em 2005, o teste de QI mais usado no mundo foi o Raven Standard Progressive Matrices. O teste individual mais usado é o WAIS-III. O teste de Q.I. individual mais administrado em pessoas de 6 a 16 anos é o WISC-III (Escala de Inteligência Wechler para Crianças), originalmente desenvolvido em 1949, revisado em 1974 (WISC-R), 1991 (WISC-III) e 2003 (WISC-IV). Tanto o WAIS quanto o WISC foram criados por David Wechsler. A última versão do WAIS consiste em 14 subtestes destinados a avaliar diferentes faculdades cognitivas. O WISC é constituído por 13 subtestes. Os subtestes são subjetivamente estratificados em dois grupos: escala verbal e escala de execução (também chamada escala performática), contudo os estudos objetivos, baseados em Análise Fatorial, não oferecem respaldo à classificação subjetiva em vigor.
A classificação, originalmente proposta por Davis Wechsler era a seguinte:
QI acima de 127: Superdotação
121 - 127: Inteligência superior
111 - 120: Inteligência acima da média
91 - 110: Inteligência média
81 - 90: Embotamento ligeiro
66 - 80: Limítrofe
51 - 65: Debilidade ligeira
36 - 50: Debilidade moderada
20 - 35: Debilidade severa
QI abaixo de 20: Debilidade profunda
Outro teste de Q.I. comumente utilizado em crianças é a Escala de Bailey de desenvolvimento infantil.
História
Os testes de inteligência surgiram na China, no século V, e começaram a ser usados cientificamente na França, no século XX.
Em 1905, Alfred Binet e o seu colega Theodore Simon criaram a Escala de Binet-Simon, usada para identificar estudantes que pudessem precisar de ajuda extra na sua aprendizagem escolar. Os autores da escala assumiram que os baixos resultados nos testes indicavam uma necessidade para uma maior intervenção dos professores no ensino destes alunos e não necessariamente que estes tivessem inabilidade de aprendizagem (ver comentários sobre isso em "Observações"). Esta opinião ainda é defendida por alguns autores modernos que não são da área psicométrica. No seu artigo New Methods for the Diagnosis of the Intellectual Level of Subnormals Binet relata:
This scale properly speaking does not permit the measure of the intelligence, because intellectual qualities are not superposable, and therefore cannot be measured as linear surfaces are measured, but are on the contrary, a classification, a hierarchy among diverse intelligences; and for the necessities of practice this classification is equivalent to a measure.[1]
Em 1912, William Stern propôs o termo “QI” (quociente de inteligência) para representar o nível mental, e introduziu os termos "idade mental" e "idade cronológica". Stern propôs que o QI fosse determinado pela divisão da idade mental pela idade cronológica. Assim uma criança com idade cronológica de 10 anos e nível mental de 8 anos teria QI 0,8, porque 8 / 10 = 0,8.
Em 1916, Lewis Madison Terman propôs multiplicar o QI por 100, a fim de eliminar a parte decimal: QI = 100 x IM / IC, em que IM = idade mental e IC = idade cronológica. Com esta fórmula, a criança do exemplo acima teria QI 80.
A classificação proposta por Lewis Terman era a seguinte:
QI acima de 141: Genialidade
121 - 140: Inteligência muito acima da média
110 - 120: Inteligência acima da média
90 - 109: Inteligência normal (ou média)
80 - 89: Embotamento
70 - 79: Limítrofe
50 - 69: Cretino
Em 2005, o teste de QI mais usado no mundo foi o Raven Standard Progressive Matrices. O teste individual mais usado é o WAIS-III. O teste de Q.I. individual mais administrado em pessoas de 6 a 16 anos é o WISC-III (Escala de Inteligência Wechler para Crianças), originalmente desenvolvido em 1949, revisado em 1974 (WISC-R), 1991 (WISC-III) e 2003 (WISC-IV). Tanto o WAIS quanto o WISC foram criados por David Wechsler. A última versão do WAIS consiste em 14 subtestes destinados a avaliar diferentes faculdades cognitivas. O WISC é constituído por 13 subtestes. Os subtestes são subjetivamente estratificados em dois grupos: escala verbal e escala de execução (também chamada escala performática), contudo os estudos objetivos, baseados em Análise Fatorial, não oferecem respaldo à classificação subjetiva em vigor.
A classificação, originalmente proposta por Davis Wechsler era a seguinte:
QI acima de 127: Superdotação
121 - 127: Inteligência superior
111 - 120: Inteligência acima da média
91 - 110: Inteligência média
81 - 90: Embotamento ligeiro
66 - 80: Limítrofe
51 - 65: Debilidade ligeira
36 - 50: Debilidade moderada
20 - 35: Debilidade severa
QI abaixo de 20: Debilidade profunda
Outro teste de Q.I. comumente utilizado em crianças é a Escala de Bailey de desenvolvimento infantil.
Origem da Inteligência
A pré-história corresponde ao período da história que antecede a invenção da escrita (evento que marca o começo dos tempos históricos registrados), que ocorreu aproximadamente em 4000 a.C..
Também pode ser contextualizada para um determinado povo ou nação como o período da história desse povo ou nação sobre o qual não haja documentos escritos. Assim, no Egito, a pré-história terminou aproximadamente em 3500 a.C., enquanto que no Brasil terminou em 1500 e na Nova Guiné ela terminou aproximadamente em 1900. Para muitos historiadores o próprio termo "pré-história" é errôneo, pois não existe uma anterioridade à história e sim à escrita.
A transição para a "história propriamente dita" se dá por um período chamado proto-história, que é descrito em documentos, mas ou são documentos ligeiramente posteriores ou documentos externos. O termo pré-história mostra, portanto, a importância da escrita para a civilização ocidental.
Uma vez que não há documentos deste momento da evolução humana, seu estudo depende do trabalho de arqueólogos ou antropólogos, como por vezes de outros cientistas, que analisam restos humanos e utensílios preservados para determinar o que acontecia.
Também pode ser contextualizada para um determinado povo ou nação como o período da história desse povo ou nação sobre o qual não haja documentos escritos. Assim, no Egito, a pré-história terminou aproximadamente em 3500 a.C., enquanto que no Brasil terminou em 1500 e na Nova Guiné ela terminou aproximadamente em 1900. Para muitos historiadores o próprio termo "pré-história" é errôneo, pois não existe uma anterioridade à história e sim à escrita.
A transição para a "história propriamente dita" se dá por um período chamado proto-história, que é descrito em documentos, mas ou são documentos ligeiramente posteriores ou documentos externos. O termo pré-história mostra, portanto, a importância da escrita para a civilização ocidental.
Uma vez que não há documentos deste momento da evolução humana, seu estudo depende do trabalho de arqueólogos ou antropólogos, como por vezes de outros cientistas, que analisam restos humanos e utensílios preservados para determinar o que acontecia.
Inteligências múltiplas
A teoria das inteligências múltiplas foi desenvolvida, a partir da década de 1990, por uma equipa de pesquisadores da Universidade de Harvard liderada pelo psicólogo Howard Gardner. Ela identificou e descreveu originalmente sete tipos de inteligência nos seres humanos e obteve grande impacto na educação no início da década de 1990. Mais recentemente, acrecentou-se à lista um oitavo tipo, a inteligência naturalista.
As inteligências
Lógico-matemática - abrange a capacidade de analisar problemas, operações matemáticas e questões científicas. Medida por testes de QI, é mais desenvolvida em matemáticos, engenheiros e cientistas, por exemplo.
Linguística - caracteriza-se pela maior sensibilidade para a língua falada e escrita. Também medida por testes de QI, é predominante em oradores, escritor e poetas.
Espacial - expressa-se pela capacidade de compreender o mundo visual de modo minucioso. É mais desenvolvida em arquitetos, desenhistas e escultores.
Musical - expressa-se através da habilidade para tocar, compor e apreciar padrões musicais, sendo mais forte em músicos, compositores e dançarinos.
Físico-cinestésica - traduz-se na maior capacidade de utilizar o corpo para a dança e os esportes. É mais desenvolvida em mímicos, dançarinos e desportistas, por exemplo.
Intrapessoal - expressa na capacidade de se conhecer, estando mais desenvolvida em escritores, psicoterapeutas e conselheiros.
Interpessoal - é uma habilidade de entender as intenções, motivações e desejos dos outros. Encontra-se mais desenvolvida em políticos, religiosos e professores.
Naturalista - traduz-se na sensibilidade para compreender e organizar os fenômenos e padrões da natureza. É característica de paisagistas, arquitetos e mateiros, por exemplo.(Esta última criada e desenvolvida por CAMPBELL e não por Gardner)
As inteligências
Lógico-matemática - abrange a capacidade de analisar problemas, operações matemáticas e questões científicas. Medida por testes de QI, é mais desenvolvida em matemáticos, engenheiros e cientistas, por exemplo.
Linguística - caracteriza-se pela maior sensibilidade para a língua falada e escrita. Também medida por testes de QI, é predominante em oradores, escritor e poetas.
Espacial - expressa-se pela capacidade de compreender o mundo visual de modo minucioso. É mais desenvolvida em arquitetos, desenhistas e escultores.
Musical - expressa-se através da habilidade para tocar, compor e apreciar padrões musicais, sendo mais forte em músicos, compositores e dançarinos.
Físico-cinestésica - traduz-se na maior capacidade de utilizar o corpo para a dança e os esportes. É mais desenvolvida em mímicos, dançarinos e desportistas, por exemplo.
Intrapessoal - expressa na capacidade de se conhecer, estando mais desenvolvida em escritores, psicoterapeutas e conselheiros.
Interpessoal - é uma habilidade de entender as intenções, motivações e desejos dos outros. Encontra-se mais desenvolvida em políticos, religiosos e professores.
Naturalista - traduz-se na sensibilidade para compreender e organizar os fenômenos e padrões da natureza. É característica de paisagistas, arquitetos e mateiros, por exemplo.(Esta última criada e desenvolvida por CAMPBELL e não por Gardner)
Emoção
Emoção, numa definição mais geral, é um impulso neural que move um organismo para a ação. A emoção se diferencia do sentimento, porque, conforme observado, é um estado psico-fisiológico. O sentimento, por outro lado, é a emoção filtrada através dos centros cognitivos do cérebro, especificamente o lobo frontal, produzindo uma mudança fisiológica em acréscimo à mudança psico-fisiológica. Daniel Goleman, em seu livro Inteligência Emocional, discute esta diferenciação por extenso.
Cognição diz respeito ao conhecimento, então, emoção cognitiva é aquela que sentimos e sabemos definir o porque de senti-la. Um bom exemplo é quando vemos alguém atirar com uma arma em nossa direção e sabemos que são tiros de festim. Provavelmente nossa emoção é menor do que se não soubessemos a respeito do festim. A avaliação cognitiva é importante pois através dela podemos aprender a controlar uma determinada emoção.
Cognição diz respeito ao conhecimento, então, emoção cognitiva é aquela que sentimos e sabemos definir o porque de senti-la. Um bom exemplo é quando vemos alguém atirar com uma arma em nossa direção e sabemos que são tiros de festim. Provavelmente nossa emoção é menor do que se não soubessemos a respeito do festim. A avaliação cognitiva é importante pois através dela podemos aprender a controlar uma determinada emoção.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Pirâmide de Maslow

Maslow trouxe, para a psicologia que havia fundado, estes autores, agregando, ainda seus estudos sobre a pirâmide de necessidades humanas. Para ele, as necessidades fisiológicas precisam ser saciadas para que se precise saciar as necessidades de segurança. Estas, se saciadas, abrem campo para as necessidades sociais, que se saciadas, abrem espaço para as necessidades de auto-estima. Se uma destas necessidades não está saciada, há a incongruência. Quando todas estiverem de acordo, abre-se espaço para a auto-realização, que é um aspecto de felicidade do indivíduo. Esta é hoje a terceira grande força dentro da psicologia.
Condicionamento operante

O condicionamento operante é composto por um estímulo seguido por um comportamento que dará um resultado que, a partir de então, definirá a frequência daquele comportamento. Ele (o comportamento) pode ser reforçado por um estímulo reforçador (também chamado apenas de reforçador) que provocará o aumento de sua frequência. Reforçadores são positivos quando fortalecem o comportamento devido a adição de algum estímulo e negativos quando fortalecem o comportamento devido à subtracção de algum estímulo. O processo pelo qual o comportamento é reforçado é chamado de reforçamento.
Comportamentos que possuem reforçadores em apenas certos contextos são chamados de SD e estabelecem a ocasião de respostas futuras. Comportamentos que não possuem reforçadores em certos contextos são chamados de S∆ e são estímulos que sinalizam a ausência de reforço.
Dois procedimentos tendem a diminuir a frequência de comportamentos: extinção e punição. Na extinção, o comportamento tende a diminuir de frequência em função da retirada de reforçadores contingentes a resposta (aqueles que são responsáveis pela sua manutenção).
Punições podem ser de dois tipos: por adição (punição positiva), quando experiências aversivas são adicionadas, ou por subtracção (punição negativa), quando reforçadores positivos são subtraídos.
Cabe lembrar, que a técnica mais eficaz e recomendada para alterar comportamentos consiste na extinção e não na punição, considerando que esta última traz muitas consequências adversas..
Comportamentos que possuem reforçadores em apenas certos contextos são chamados de SD e estabelecem a ocasião de respostas futuras. Comportamentos que não possuem reforçadores em certos contextos são chamados de S∆ e são estímulos que sinalizam a ausência de reforço.
Dois procedimentos tendem a diminuir a frequência de comportamentos: extinção e punição. Na extinção, o comportamento tende a diminuir de frequência em função da retirada de reforçadores contingentes a resposta (aqueles que são responsáveis pela sua manutenção).
Punições podem ser de dois tipos: por adição (punição positiva), quando experiências aversivas são adicionadas, ou por subtracção (punição negativa), quando reforçadores positivos são subtraídos.
Cabe lembrar, que a técnica mais eficaz e recomendada para alterar comportamentos consiste na extinção e não na punição, considerando que esta última traz muitas consequências adversas..
Condicionamento clássico

O reforçamento, é uma noção que provém da descoberta da possibilidade que é possível reforçar um padrão comportamental através de métodos onde são utilizadas as recompensas ou castigos. A é uma proposta para integrar alunos e professores durante a aprendizagem em sala de aula, de modo a possibilitar a construção de conhecimentos por meio das interações.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
AdeuSs 2007.. OLaa 2008
obrigado 2007 por tudo aquilo que me proporcionas-te.. apesar de ter sido um ano de luta e recuperação do tempo perdido foi o ano que me ensinou que tudo aquilo que semeamos da frutos.. e que o melhor a fazer é vêr.. se for bom colhemos se não for tentamos ver a parte boa.. tambem deu para vêr que a vida da mesmo muitas voltas.. umas para melhor outras para pior.. nao me esqeço que tambem foi um ano de muitas qestões as quais espero uma resposta este ano..
adeus 2007 sei que nao voltas mais mas ta descançado que ficarás bem frizado na barra cronológica da minha vida.. obrigado por tudo
OLaa 2008 ainda não te cunheço muito bem.. conheço-te a 1 hora e 24 minutos.. pareces ser um ano muito inspirador.. cheio de força e prosperidade.. dizem que as aparencias iludem e espero que não seje o teu caso.. desejo muita coisa de ti nao tens trabalho fácil.. mas nao te preocupes que tu só tens que me inspirar o resto faço eu.. vou continuar o trabalho e as cenas que denvolvi com o 2007 e realizar projectos.. sei que vou conseguir porque sou filho de qem sou tenho o apoio de quem tenho e acima de tudo eu sou eu zaza pijamas the best
adeus 2007 sei que nao voltas mais mas ta descançado que ficarás bem frizado na barra cronológica da minha vida.. obrigado por tudo
OLaa 2008 ainda não te cunheço muito bem.. conheço-te a 1 hora e 24 minutos.. pareces ser um ano muito inspirador.. cheio de força e prosperidade.. dizem que as aparencias iludem e espero que não seje o teu caso.. desejo muita coisa de ti nao tens trabalho fácil.. mas nao te preocupes que tu só tens que me inspirar o resto faço eu.. vou continuar o trabalho e as cenas que denvolvi com o 2007 e realizar projectos.. sei que vou conseguir porque sou filho de qem sou tenho o apoio de quem tenho e acima de tudo eu sou eu zaza pijamas the best
projecto bit's da net
OLaa eu sou o zaza pijamas, um mc novato no hip hop pois só a dois anos
que me encontro neste movimento. Criei um grupo cujo o actual nome
é Z-Clan!!! nome esse que nunca foi alterado desde o íncio da banda.
Apesar de nunca termos feito nenhum albúm em grupo eu tomei a iniciativa
de fazer um album a solo no qual incluo todos menbros do grupo fazendo
músicas com instrumentais de outros artistas ou seja tudo a base de
mix tapes. Este albúm tem muita sonoridade e boa qualidade em termos
liricais e vocais, pois em termos de gravação está normal porque não
temos material adequado para fazer um trabalho excelente, mas pronto
tirando essa parte de resto temos tudo e isso salta logo a vista a qem ouve
as nossas músicas. Para mais informações acesse http://palcoprincipal.clix.pt/mczazapijamas aqui poderá ouvir, fazer downloads
e até comentar e conhecer melhor o grupo basta registrar-se.
agradeço a vossa atenção e muito obrigado!!! KiSsies and PRopSs ;)
que me encontro neste movimento. Criei um grupo cujo o actual nome
é Z-Clan!!! nome esse que nunca foi alterado desde o íncio da banda.
Apesar de nunca termos feito nenhum albúm em grupo eu tomei a iniciativa
de fazer um album a solo no qual incluo todos menbros do grupo fazendo
músicas com instrumentais de outros artistas ou seja tudo a base de
mix tapes. Este albúm tem muita sonoridade e boa qualidade em termos
liricais e vocais, pois em termos de gravação está normal porque não
temos material adequado para fazer um trabalho excelente, mas pronto
tirando essa parte de resto temos tudo e isso salta logo a vista a qem ouve
as nossas músicas. Para mais informações acesse http://palcoprincipal.clix.pt/mczazapijamas aqui poderá ouvir, fazer downloads
e até comentar e conhecer melhor o grupo basta registrar-se.
agradeço a vossa atenção e muito obrigado!!! KiSsies and PRopSs ;)
para pessoas falsas
Todas as palavras que falamos sinceramente do coração são lindas e ate comoventes..
Todas as palavras lindas trazem-nos alegria..
Todas as palavras comoventes trazem-nos sensações e sentimentos..
Para aqueles que possuem mente e coração puro essas sensações são duradouras e marcantes..
Mas para aqueles que possuem coração impulsivo e apenas vivem em benefício próprio tendo um egocentrismo forte as palavras não têm significado.. apenas é uma arma para tentar cativar os outros..
Ou seja falam da boca para fora impulsivamente..
Esse tipo de atitude não se nota no momento.. nem um dia depois.. nem no outro dia a seguir.. mas sim com o passar do tempo..
Eu não sou Deus para julgar ninguém a face da terra..
Nem sou o pai da humanidade para seguirem o meu exemplo..
a minha forma de ser.. ou as minhas atitudes..
Mas como sou amigo daquelas pessoas que penso serem minhas amigas.. eu digo pensem antes de falar e falem com sentimento verdadeiro para não iludirem ninguém ou darem uma imagem daquilo que não são.. senão serão uma pessoa.. mas como a verdade vem ao de cima revelar-se-ao outra..
zaza pijamas ;) esta mensagem é para todos os meus..
Todas as palavras lindas trazem-nos alegria..
Todas as palavras comoventes trazem-nos sensações e sentimentos..
Para aqueles que possuem mente e coração puro essas sensações são duradouras e marcantes..
Mas para aqueles que possuem coração impulsivo e apenas vivem em benefício próprio tendo um egocentrismo forte as palavras não têm significado.. apenas é uma arma para tentar cativar os outros..
Ou seja falam da boca para fora impulsivamente..
Esse tipo de atitude não se nota no momento.. nem um dia depois.. nem no outro dia a seguir.. mas sim com o passar do tempo..
Eu não sou Deus para julgar ninguém a face da terra..
Nem sou o pai da humanidade para seguirem o meu exemplo..
a minha forma de ser.. ou as minhas atitudes..
Mas como sou amigo daquelas pessoas que penso serem minhas amigas.. eu digo pensem antes de falar e falem com sentimento verdadeiro para não iludirem ninguém ou darem uma imagem daquilo que não são.. senão serão uma pessoa.. mas como a verdade vem ao de cima revelar-se-ao outra..
zaza pijamas ;) esta mensagem é para todos os meus..
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